quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

PALESTRA SOBRE DEPENDÊNCIA QUÍMICA NA ATUALIDADE.




PALESTRA SOBRE DEPENDÊNCIA QUÍMICA NA ATUALIDADE.
Dia 03/03/2013, AS 19:00h.




IGREJA SANTIFICANDO VIDAS EM MARAMBAIA 
AVENIDA PRESIDENTE ROOSEVELT N 1485 MARAMBAIA, SÃO GONÇALO, RJ,
PROX. AO SUPERMERCADO JOVANY, as 19:00h.


O QUE PRENDE AS PESSOAS AS DROGAS?

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

PSICOSE DE FREUD A LACAN



PSICOSE




DE FREUD A LACAN: UMA ANÁLISE SOBRE A CLÍNICA DA PSICOSE


RESUMO

Este trabalho se refere ao estudo sobre a clínica da psicose. Tendo como referência principal um delineamento nos estudos de Sigmund Freud a Jacques Lacan, sobre o aparelho psíquico e suas singularidades correlacionadas com as estruturas psíquicas, em destaque: a psicose. Trata-se de uma concepção de Sigmund Freud a Jacques Lacan. Em destaque procuramos enfatizar o conceito de psicose e como funciona esta estrutura relacionada aos três registros do aparelho psíquico circunscritos por Jacques Lacan. Para o desenvolvimento deste, nos apoiamos nos conceitos fundamentais de Freud e Lacan, além de outros autores que colaboraram para a continuidade de seus estudos. Ao finalizar nosso trabalho apresentamos algumas considerações primordiais sobre o papel do analista e a condução da Psicanálise frente à clínica da psicose.
Palavras Chaves: Clínica da Psicose; Psicanálise; Sigmund Freud; Jacques Lacan.

ABSTRACT
This work refers to the study on the clinic of the psychosis. Taking delineation as a principal reference in the studies of Sigmund Freud to Jacques Lacan, about the psychological appliance and his peculiarities correlated with the psychological structures, in distinction: the psychosis. It the question is a conception of Sigmund Freud to Jacques Lacan. In distinction we try to emphasize the concept of psychosis and since there works this structure made a list to three registers of the psychological appliance when they were circumscribed by Jacques Lacan. For the development of this, we rest on the basic concepts of Freud and Lacan, besides other authors who collaborated for the continuity of his studies. While finishing our work we present some primordial considerations on the paper of the analyst and the driving of the Psychoanalysis in front of the clinic of the psychosis.
Keywords: Clinic of the Psychosis; Psychoanalysis; Sigmund Freud; Jacques Lacan.


INTRODUÇÃO
A clínica da Psicose é um trabalho ainda polêmico no campo da Saúde Mental. Desde os fundamentos iniciais da Psicanálise, Freud em seus artigos descreve a questão das psicoses, situando entre as demais estruturas clínicas, e relacionando-as com o funcionamento do conceito de mecanismo de defesa criada por ele mesmo. Lacan, tempos depois, vem reconstituir essa concepção, formulando um novo conceito sobre a estruturação da psicose.
A idéia deste trabalho partiu de algumas experiências com casos clínicos de psicose. Tais experiências colaboraram para um novo ver e um novo conhecer deste universo psíquico aparentemente vago, furado, que é o universo do psicótico, e que ao mesmo tempo mostra-se um universo recheado de conteúdos, embora não simbolizáveis, mas peças soltas que constituem a realidade de um humano que está ali e que precisa ser ouvido como um outro, mesmo que sua fala seja despedaçada a nosso ver e à nossa escuta.
No entanto, surgiu o desejo de apresentar através deste trabalho científico, como é importante a escuta de um analista, sua paciência, o processo de transferência do afeto, independente da demanda a lhe aparece na clínica, e que nada é previsível para a Psicanálise, principalmente quando se trata da clínica das Psicoses.

A psicose se remete a um mundo complexo, o qual não encontra abertura para penetrarmos a não ser através de um mergulho na sua própria realidade. Realidade esta que apavora, retrai e implica ao receio de aproximarmos. Mas como qualquer outro profissional que encara os desafios que aparecem na clínica. Eu me proponho junto a ajuda de grandes teóricos desvencilhar os empecilhos que subtraímos desta impetuosa clínica.
Neste trabalho temos a presença de alguns textos fundamentais da teoria freudiana, descritos pelo próprio Sigmund Freud, como iniciante e criador desta ilustre categoria a que nos baseamos: a Psicanálise. E seguimos com base maior nos conceitos fundamentados por Jacques Lacan sob seu próprio texto.

Psicose: conceitos e fundamentos teóricos
As primeiras publicações de Freud onde se encontra o termo psicose foram em seu texto “As neuropsicoses de defesa” (1894), depois “Neurose e Psicose”. Nestes textos Freud demarca a distinção entre neurose e psicose, e identifica que o que determina o destino neurótico e psicótico é a idéia de defesa estabelecida na estrutura do sujeito. Se a defesa se posiciona contra um fragmento do id, ocorrendo daí uma falha parcial tem-se a neurose. Mas se a defesa se dirige contra um fragmento da realidade e se ao sujeitá-la obtêm-se sucesso teremos a psicose, ou seja, dada pela ausência da inscrição da castração, inexistência do sujeito.

Segundo kaufmann (1996), Freud diz que, na neurose, “o afrouxamento da relação com a realidade” deve ser situado como reação contra o recalcamento. E na psicose, a “perda da realidade” é primária, “ela é o desligamento parcial devendo ser de longe o mais freqüente e servir de prelúdio ao desligamento total” (KAUFMANN, Ibid, p. 368). Portanto para Freud (1894), se a defesa se posiciona contra um fragmento do id, ocorrendo daí uma falha parcial tem-se a neurose. Mas se a defesa se dirige contra um fragmento da realidade e se ao sujeitá-la obtêm-se sucesso teremos a psicose, ou seja, dada pela ausência da inscrição da castração, inexistência do sujeito.

A concepção freudiana traz a psicose determinada por uma espécie de mecanismo responsável por dois tipos clínicos: a paranóia e a esquizofrenia. Trata-se da inibição de investimento da libido nos objetos. A esquizofrenia produzida acerca de um singelo recuo, ao nível do auto-erotismo. E a paranóia com uma interrupção bem acentuada ao nível do narcisismo.

Lacan, em sua tese de doutorado em Medicina “Da psicose paranóica em suas relações com a personalidade”, afirma que a psicose paranóica e personalidade não estabelecem nenhuma relação, segundo Souza (1991). Tempos mais tarde Lacan volta a dizer que ambas são a mesma coisa, e surge com a idéia contrária a teoria freudiana sobre a psicose, no que se refere a ela como ausência de inscrição da castração, confirma Velozo (2001b).

A psicose na obra lacaniana, Lacan afirma “a existência de uma descontinuidade de origem entre a neurose e a psicose, suposta a partir da presença do operador denominado Nome-do-Pai” (LACAN, 1955-56, p.585). Que segundo o autor, é quem limita e ordena o funcionamento de significantes (ausente de qualquer lei) no processo de estruturação do sujeito pela linguagem, ou seja, constitui a lei do

significante. Num segundo momento, esta concepção deixa de se basear na interdição da ausência ou presença do Nome-do-Pai, e passa a atribui à psicose os mesmos elementos que na neurose, sendo que a diferença está na quebra no interior dessa estrutura comum.

Na psicose a significação surge no real, fora do registro do sentido, não foi anteriormente simbolizada, deixando o psicótico numa condição de estranheza e perplexidade. O sujeito não se encontra capaz de fazer valer as leis da simbolização. Ele é movido pela certeza do seu discurso interior. Lacet (2005) completa a idéia ressaltando que, na psicose não ocorre o acesso ao simbólico, o significante do Nome-do-Pai não se inscreve como falta simbólica no Outro, de modo que deixa de intervir como corte na relação imaginária do sujeito com o outro. É nesse funcionamento que o psicótico se fixa numa posição de objeto “falta-a-ser” da mãe e por outro lado, deixando-o fora do gozo fálico. Enquanto o neurótico é caracterizado pela dúvida porque denota uma divisão do sujeito. O psicótico é identificado por sua certeza delirante, que apresenta um distúrbio na linguagem.
Segundo Jorge (2005, p.83), o simbólico é o campo da linguagem através do qual “o sujeito faz face, por um lado, ao real traumático, e, por outro, reconstitui incessantemente seu imaginário que está submetido à invasão do real.” Segundo Veloso (2001a), Lacan nos estudos da psicose após a década de 50, destaca o segundo momento do Édipo, ao qual se organizam os elementos: Nome-do-Pai e Metáfora paterna, onde instaura assim o processo de simbolização. De acordo com Souza (1991), o Nome-do-Pai, define a estrutura do sujeito através de seu assujeitamento à lei simbólica.

A metáfora paterna tem como agente o pai, este significante simbólico, com sua lei vai interditar e vetar o gozo absoluto do sujeito impossibilitando a plenitude, ao tempo que liga o sujeito à vida, e a vida do sujeito falante é a sujeição à lei. Tal submissão à lei promove o gozo fálico e cria o desejo, é onde o sujeito se coloca numa busca incessante pela completude impossível. O sujeito entra num estardalhaço por sentimentos de perdição e errância. Lacan vai chamar isso de processo de foraclusão do Nome-do-Pai, onde a lei é chamada, mas não responde. Segundo Souza (1991), encontramos, portanto, manifestações na psicose como: neologismos, frases quebradas, palavras soltas, o que significa a quebra da cadeia simbólica de significantes.

O sujeito psicótico tem sua realidade psíquica implicada na articulação do Imaginário com os outros dois registros dados por Lacan: Real e Simbólico, ambos são elos responsáveis pela constituição do sujeito. De acordo com Souza (1991), se caracteriza pela fase do espelho, apresentada por Lacan. Confirma Jorge (2005), o furo no imaginário se refere ao Real e o Simbólico é o que tenta preencher o furo no imaginário falante. Jorge (2005, p.83), completa descrevendo que o Real “é o que ex-siste (o que está fora) à consistência do imaginário (...) aquilo que é impossível de ser simbolizado”, ou seja, o oposto do imaginário. O Real concerne ao gozo no que o gozo tem de impossível, ao para-além do princípio do prazer. Sustentado por uma angústia a preço do trabalho forçado de leitura e decifração do mundo reduzido de signos, uma angústia sustentada a preço do delírio.
O analista frente à clínica da psicose

Trabalhar com a clínica da psicose como foi dito anteriormente é um desafio para o analista. Mas para Lacan a psicose é aquilo diante do que um analista não deve, em caso algum, recuar. E Quinet (2002) completa a idéia, onde “diante de uma psicose já desencadeada, não haveria por que o analista não acolher a demanda de análise desse sujeito (Id, Ibid, p.22)”. De acordo com Veloso (2001b), um psicótico não deixa de ser psicótico, do mesmo modo que um neurótico não deixa de ser neurótico, e um perverso também não perde as características de sua base estrutural de defesa psíquica. Segundo Quinet (2002) “o analista não pode prometer inserir o psicótico na norma fálica” (Id, Ibid, p.22). Tal significante fálico é regido pelo Édipo e pelo Complexo de castração, o qual a foraclusão do Nome-do-Pai exclui o sujeito dessa ordem.
A escuta flutuante do analista

“O inconsciente é estruturado como uma linguagem”, segundo Jorge (2005, p.85), foi assim que Lacan afirmou denominando a primazia do significante, “o inconsciente é, em seu fundo, estruturado, tramado, encadeado, tecido de linguagem (Id, Ibid, p. 82)”. Quando falamos de psicose, estamos falando da foraclusão, elemento negado que retoma ao real, fora do simbólico. Portanto, podemos dizer que o sujeito psicótico, está num lugar de ex-sistência, ao que se refere estar fora, e que também não depende do saber e nem do sentido para existir. No entanto, Mrech (2005) detalha que, “Lacan constata que a linguagem e a fala não dão conta de dizer o real do sujeito” (MRECH, 2005, p.152). Velozo (2001a), portanto conclui que, se dentro da teoria freudiana a questão posta pela psicose é a da existência de um sujeito em função de sua produção discursiva. Lacan, em sua teoria, vem permitir a visualização das características dessa produção, ao configurar a psicose como um discurso que tende a ignorar o impossível e seus desdobramentos.

Por que a Psicanálise na clínica da Psicose?

Veloso (2001b) precisa que, o dispositivo analítico é o lugar mais adequado para acolher as diferenças, as singularidades, a diversidade dos modos de ser ou, ainda, a diversidade com relação ao real. De modo, acolher o modo próprio de sustentação da psicose na existência, em sua diferença. É através da escuta, ou seja, “do ouvir o que é de mais exclusivo daquele ser também é uma forma de minimizar o isolamento de que a psicose padece e que é resultado de sua forma de inserção na existência” (Id, Ibid, p.171). Seguindo ao passo que Lacan, em seu livro Seminário 3, propõe precisando que “um delírio deve ser julgado em primeiro lugar como um campo de significação que organizou um certo significante” (LACAN, 1955-56,p. 141). É nesse sentido, que a conduta analítica para com a clínica da psicose tem como regra essencial deixar que o sujeito deslanche através de sua fala, aquilo que, de ordem do registro do real, lhe vem a tona em forma alucinatória.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Trabalhar com a Psicose em sua diversidade, em sua singularidade, em sua especificidade é penetrar num universo proposto de complexidades em sua categoria específica enquanto estrutura psíquica. Deste modo compreendemos que o trabalho clínico, de certo modo, depende da conduta direcionada a queixa, a escuta oferecida focada no que diz respeito ao sentido no que o paciente dá ao seu próprio discurso, mesmo que este discurso aparenta um discurso sem sentido. “O próprio doente sublinha que a palavra tem peso em si mesmo” (LACAN, 1955-56, p.43). Portanto, a realidade que tratamos na clínica da psicose não uma realidade material, mas uma realidade psíquica criada pelo próprio sujeito que está ali e que sofre por ser um ser passível do gozo do Outro. Trata-se de uma realidade abrangida pelo conjunto da rede de linguagem do sujeito.
De acordo com Veloso (2001b), Freud reconhece as produções da psicose como uma modalidade de sustentação da existência, ou seja, “uma tentativa de restabelecimento, um processo de reconstrução”. E Lacan reafirma esta concepção ao dizer que a metáfora delirante seria uma “solução elegante” (LACAN, 1953-56, p.361 apud VELOSO, 2001b) para ordenar o caos significante. Portanto entendemos que oferecer a transferência à clínica da psicose, fazer uso da interpretação, não é se direcionar a tratar o real, mas confere em possibilitar um encontro da psicose com uma metáfora. É nesse sentido que nos apoiamos em Lacan (1955-56) quando relata a formulação de Pascal que confere a necessidade da loucura, pois “sem dúvida há uma loucura necessária, que não ser louco da loucura de todo o mundo seria ser louco de uma outra forma de loucura.” (Id, Ibid, p.26)
Se para Lacan, toda análise é didática quando levada o seu término, este trabalho também passa a representar um instrumento desse saber. Portanto, acredito que vem colaborar à clínica da psicose, considerando a sua especificidade e a importância da Psicanálise para lidar com toda complexidade que a comporta.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

CHEMANNA, Dicionário de Psicanálise Larousse, Porto alegre: Arts Médicas Ed., 1995.
FREUD, Sigmund. As Neuropsicoses de defesa, in vol., Edição Standard Brasileira das Obras Psicológicas Completas de Sigmund Freud, Imago, Rio, 1977.
JORGE, Marco Antonio Coutinho. Fundamentos da psicanálise de Freud a Lacan, v.I: as bases conceituais – 4ª ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2005.
KAUFMANN, Pierre. Dicionário Enciclopédico de psicanálise – O legado de freud a Lacan. Trad. Vera Ribeiro/ Maria Luiza Borges – Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed.,1996.
LACAN, Jacques. O semináriode Jacques Lacan, livro 3: As psicoses, 1955-1956/ Jacques Lacan. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2002.


VINACC 2013

O 4º Encontro de Dependência Química, evento paralelo do XV Encontro Para a Consciência Cristã, começou na manhã desta sexta-feira, 8/2/13, na Representação do Tabernáculo Bíblico, no Parque do Povo. O palestrante Prof. João Luiz Vieira (RJ) abordou os temas: Co-Dependência, as drogas nos meios de comunicação, a liberação da maconha. 




quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

AÇÃO EM DEFESA DA VIDA E DA FAMÍLIA‏

 
 
CIDADÃOS BRASILEIROS, não vamos esperar passar o carnaval para defendermos a dignidade da pessoa humana! Vamos agir desde já, pois os destruidores da vida, da família e dos valores cristãos trabalham o ano inteiro, inclusive nos feriados de fim de ano e carnaval. Vejam:
No final de 2012, o Governo Federal, na surdina, liberou o aborto no Brasil; o Senador Paim, do PT, novo relator do PLC 122/2006, tem feito declarações de que irá aprová-lo em 2013. Nenhum Senador evangélico ou católico que se diz defensor da vida e da família lutou pela relatoria do PLC 122/2006 - o Senado tem ignorado os inúmeros telefonemas do povo brasileiro contra este projeto cerceador de direitos!
Tanto Senadores quanto Deputados, inclusive os que foram eleitos para defender a criança e o adolescente, permitem e apoiam a realização de seminários que visam a liberação sexual de crianças e adolescentes, incluindo o incentivo ao homossexualismo, no Congresso Nacional. Além disso, aprovam leis que permitem o casamento gay e outras do interesse da militância gay.
Embora não possamos generalizar, poucas vozes se levantam no Congresso Nacional com sinceridade e sem demagogia em prol dos valores da vida e da família. A maioria tem o discurso que gostaríamos de ouvir dizendo-se contrários aos projetos de leis que visam a cultura da morte, a destruição dos valores familiares, contudo é só para aparecer na mídia e continuar enganando os seus eleitores. Precisamos estar mais presentes no Congresso Nacional fiscalizando o dia-a-dia daqueles em quem votamos para nos representar!
A NOSSA ÚNICA ESPERANÇA É A IGREJA QUE ORA SEM CESSAR E TRABALHA EM PROL DA DIGNIDADE DOS SERES HUMANOS E DAS FAMÍLIAS BRASILEIRAS. PELA FÉ CREMOS QUE DEUS IRÁ MUDAR ESTA SITUAÇÃO!
Como seres humanos criados para refletir a imagem e semelhança de DEUS, cabe-nos continuar clamando ao DEUS VIVO e ainda nos manifestarmos de tal forma que chame a atenção da mídia. Isso porque o Congresso Nacional faz a sua pauta de acordo com a mídia televisiva, jornalística, as redes sociais da internete e os assuntos de interesse do Governo, onde a maioria ganha mensalões e mensalinhos. Daí o julgamento "acabar em pizza"!
O POVO BRASILEIRO PRECISA REAGIR!
Líderes católicos da instituição AÇÃO E VIDA e evangélicos da ABRACEH-ASSOCIAÇÃO DE APOIO AO SER HUMANO E À FAMÍLIA, criaram um abaixo-assinado para apresentar no Congresso Nacional dizendo que somos CONTRA:
  • o aborto;
  • o infanticídio;
  • a eutanásia;
  • a liberação das drogas;
  • a prostituição;
  • o casamento gay;
  • as normas penais de proteção gay superior aos demais cidadãos;
  • o “kit gay” ou material similar;
  • a adoção de crianças por pessoas com estilo de vida gay;
  • a prostituição infantil;
  • a revogação dos crimes da Lei de Biossegurança.
E QUE QUEREMOS A GARANTIA:
  • da liberdade de expressão na internet e a NÃO aprovação do projeto de lei 2126/2011, chamado "Marco CIVIL DA INTERNET", que põe em risco o anúncio dos ensinamentos de CRISTO na rede mundial de computadores;
  • da Vida das crianças indígenas;
  • da liberdade e do direito de acesso a tratamento especializado aos que, espontaneamente, procurarem profissionais habilitados e grupos de apoio e mútua-ajuda para deixar a atração pelo mesmo sexo e o estilo de vida gay.
O ABAIXO-ASSINADO ELABORADO POR CRISTÃOS CATÓLICOS E EVANGÉLICOS PODE SER CONFERIDO NO SITE: www.acaoevida.com E NO BLOG: http://abraceh.blogspot.com .
NO SITE DA AÇÃO E VIDA PODERÁ SER COPIADO E VEICULADO EM INSTITUIÇÕES E ENVIADO PARA O ENDEREÇO INDICADO. JÁ NO SITE DA ABRACEH O LINK PODERÁ SER COPIADO E DIVULGADO AMPLAMENTE: http://abraceh.blogspot.com.br/2013/01/abaixo-assinado-em-prol-da-vida-e-da_29.html em sites, blogs, inclusive de igrejas, na mídia social, em todos os sites e blogs do Brasil.
VAMOS JUNTOS CAMINHAR COM FÉ EM DEUS E AÇÃO!
FAÇA A SUA PARTE, MEU IRMÃO, AMIGO, CIDADÃO BRASILEIRO, independente de religião!
E QUE DEUS NOS ABENÇOE A TODOS, RICA E ABUNDANTEMENTE, EM NOME DE JESUS CRISTO!

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Livro O Cristão e as Drogas em PDF

 
 

Agora você pode desfrutar de uma boa leitura, informativa e de utilidade para toda família, o Livro O Cristão e as Drogas, fala da experiência de um especialista em recuperação de dependentes químicos e do papel da igreja frente a este desafio, o autor João Luiz, Nara de forma clara toda a trajetória de destruição diante desta epidemia, um verdadeiro vírus social, que tem acabado com os laços familiares e espirituais dos que se encontram envolvido.

Você agora tem a oportunidade de levar em seu tablete, smartphone, note book, net book, ou em qualquer leitor de PDF.

Peça já ! pelo E-mail: joaoconselheiro@hotmail.com

sábado, 5 de janeiro de 2013

CURSO SOBRE DEPENDÊNCIA QUÍMICA 2013



O curso SUPERA é promovido pela Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (SENAD) do Ministério da Justiça (MJ), oferecido gratuitamente por meio da parceria com a Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) e executado na modalidade de Educação a Distância (EaD) pelas equipes da Unidade de Dependência de Drogas (UDED) do Departamento de Psicobiologia da UNIFESP e do Departamento de Informática em Saúde (DIS).


O curso SUPERA (Sistema para detecção do Uso abusivo e dependência de substâncias Psicoativas: Encaminhamento, intervenção breve, Reinserção social e Acompanhamento) foi cuidadosamente elaborado por profissionais com grande experiência nas áreas de política sobre drogas, prevenção do uso e tratamento da dependência de crack, álcool e outras drogas.

Esta capacitação oferecerá dez mil vagas para profissionais das áreas de saúde e assistência social e é parte integrante do programa “Crack, é possível vencer”, que prevê, entre outras ações, ampla capacitação de profissionais das áreas de saúde, assistência social, justiça, segurança pública, conselheiros, educação lideranças comunitárias e religiosas.

Este curso tem carga horária de 120 horas/aula e os alunos que o concluírem receberão um certificado de extensão universitária registrado pela pró-reitoria de extensão da UNIFESP, juntamente com um kit de instrumentos para detecção do uso de crack, álcool e outras drogas.

As inscrições estarão abertas (somente on line) no período de 26 de dezembro de 2012 a 24 de fevereiro de 2013.

As datas de início do curso serão divulgadas após o período de seleção dos alunos, os quais receberão um e-mail com o resultado da seleção. Utilize e-mail válido, pois será através dele que você receberá as orientações dos próximos passos.

• Para quaisquer esclarecimentos, envie um e-mail para inscricao.supera5@supera.org.br

• inscriçõe neste saite abaixo, não perca tempo, divulgue para sua equipe:

http://www.supera.senad.gov.br/

joão Luiz



terça-feira, 4 de dezembro de 2012

IDCOR -Doutores De Coração

Neste sábado estive no 1º Simpósio sobre Tabagismo ministrado pelo IDCOR na Associação Médica Fluminense, em Icaraí,  Niterói, RJ. Contribui falando sobre 12 passos como método alternativo para trabalhar os hábitos associados ao tabagismo.



Fumar: faz mal pra você, faz mal pro planeta.


Além dos danos à saúde (como diferentes tipos de câncer, doenças cardiovasculares, doenças respiratórias, dentre mais de 50 doenças diretamente relacionadas ao tabagismo), ao longo da cadeia de produção do tabaco há fatores que afetam o meio ambiente e toda a sociedade: desmatamento, uso de agrotóxicos, agricultores doentes, incêndios e poluição do ar, das ruas e das águas.

Deixe de fumar
Você está querendo parar de fumar? Pare de fumar sem virar sua vida de cabeça para baixo!

Mas será tão fácil assim?

Para aqueles que não fumam, parar de fumar pode parecer algo simples. Basta querer.

Muitas vezes essa decisão é adiada para evitar o "desconforto" de ficar sem o cigarro. Outras, por acreditar que é possível parar a qualquer momento. Podemos ainda buscar o momento ideal ou esperar que a vontade e a certeza de querer parar de fumar apareçam! Que tal pensar um pouco sobre essa decisão?

Alguns dados para você refletir

São cerca de 4.720 substâncias tóxicas existentes na fumaça do cigarro que trazem risco à saúde. Além das mais conhecidas, como nicotina e monóxido de carbono, a fumaça do cigarro contém substâncias radioativas como polônio 210 e cádmio (aquele das baterias dos carros).

Mas você pode argumentar...: "Muitas pessoas fumam e não adoecem. Outras não fumam e adoecem”. O importante é entender o que é se expor a riscos.

Por exemplo: se você atravessar uma rua movimentada de olhos fechados, poderá chegar ao outro lado sem se machucar – mas o risco de ser atropelado é bem maior do que se você atravessar de olhos abertos na faixa de pedestres. Da mesma forma, se você fuma, está se arriscando mais do que aqueles que não fumam.

O que acontece de bom se você parar?
Estatísticas revelam que os fumantes, comparados aos não fumantes, apresentam risco:

10 vezes maior de adoecer de câncer de pulmão;

5 vezes maior de sofrer infarto;

5 vezes maior de sofrer de bronquite crônica e enfisema pulmonar;

2 vezes maior de sofrer derrame cerebral

Além desses riscos, as mulheres fumantes devem saber que:

o uso de anticoncepcionais associado ao cigarro aumenta em 10 vezes o risco de sofrer derrame cerebral e infarto;

grávidas fumantes aumentam o risco de ter aborto espontâneo em 70%; perder o bebê próximo ou após o parto em 30%; o bebê nascer prematuro em 40%; ter um bebê com baixo peso em 200%.

Fumar é um risco à saúde que podemos evitar
Ao parar de fumar seu corpo vai recebendo benefícios constantes. Veja só:

Após 20 minutos
A pressão sanguínea e a pulsação voltam ao normal
Após 2 horas
Não há mais nicotina circulando no seu sangue
Após 8 horas
O nível de oxigênio no sangue se normaliza
Após 12 a 24 horas
Seus pulmões já funcionam melhor
Após 2 dias

Seu olfato já percebe melhor os cheiros e o seu paladar já sente melhor o sabor da comida

Após 3 semanas
você vai notar que sua respiração se torna mais fácil e a circulação melhora

Após 1 ano
O risco de morte por infarto já se reduziu à metade

Após 5 a 10 anos

O risco de sofrer infarto será igual ao das pessoas que nunca fumaram

Dando o primeiro passo para deixar de fumar

O mais importante é escolher uma data para ser o seu primeiro dia sem cigarro. Esse dia não precisa ser um dia de sofrimento. Faça dele uma ocasião especial e procure programar algo que goste de fazer para se distrair e relaxar.

Você pode escolher duas formas para deixar de fumar
Parada imediata

Essa deve ser sempre a primeira opção. Você deixa de fumar de uma só vez, cessando totalmente de uma hora para outra.

Parada gradual
Você pode usar esse método de duas maneiras

Reduzindo o número de cigarros. Para isso, é só contar o número de cigarros fumados por dia e passar a fumar um número menor a cada dia
Adiando a hora em que fuma o primeiro cigarro do dia. Você vai adiando o primeiro cigarro por um número de horas predeterminado a cada dia até chegar o dia em que você não fumará nenhum cigarro.

Se você escolher a parada gradual não deve gastar mais de duas semanas no processo.

Mas atenção!

Fumar cigarro de baixos teores não é uma alternativa! Eles fazem tanto mal à saúde quanto os outros cigarros. Cuidado com os métodos milagrosos para deixar de fumar. Se tiver dúvidas, procure orientação médica. Somente um médico poderá avaliar a utlização de outros métodos, como, por exemplo, adesivos de nicotina.

Para de fumar significa uma mudança radical em sua vida?
muitos fumantes acreditam que só poderão parar de fumar se reformularem totalmente sua vida e ficam imaginando que vai ser tão difícil que que é melhor nem tentar.

Você não precisa se tornar um atleta, passar a ser vegetariano radical ou ter uma vida sem amigo ou divertimento. Mas por que não aproveitar a oportunidade para rever sua rotina e fazer mais algumas mudanças para melhor?

Geralmente, abusamos da alimentação desequilibrada e de bebidas alcoólicas; levamos uma vida sedentária e acreditamos que os risco de adoecer estão sempre muito distantes.

Repense sua rotina

Pense no que seria possível fazer para mudar sua rotina. Buscar atividades diferentes pode ajudar quando se está parando de fumar. Para quebrar as associações que existem entre fumar e sua rotina, é necessário planejar atividades para colocar "no lugar do cigarro". Você deve manter seus prazeres e lazeres sem o cigarro. Nesse período inicial, contudo, é melhor evitar certas situações até que você se sinta fortalecido para lidar com elas.
Invista em seu preparo físico
Procure iniciar caminhadas, de preferência em lugares agradáveis. Se não gosta de caminhar, procure outro exercício ou esporte que o agrade. Preencha seu tempo com algo que você realmente goste de fazer. Dance, pratique jardinagem, cozinhe pratos diferentes, vá ao cinema, museus, ouça música, namore, leia, bata papo com os amigos. O importante é cuidar do corpo e da mente.

O que pode acontecer quando você deixa de fumar?

Fique de olho na alimentação

Se a fome aumentar, não se assuste. É normal um ganho de peso de até 2 quilos após deixar de fumar porque seu paladar vai melhorando e seu metabolismo, se normalizando. De qualquer forma, procure não comer mais do que está acostumado. Evite doces e alimentos gordurosos. Mantenha uma dieta equilibrada, com alimentos de baixa caloria, frutas, verduras, legumes. Para distrair a fome, chupe balas ou chicletes dietéticos. Beba sempre muito líquido, de preferência água e sucos naturais. Evite tomar café e bebidas alcoólicas. Eles podem ser um convite ao cigarro. Procure trocá-los por chá e conquetéis sem álcool (como de frutas e tomate).

Lidando com a vontade de fumar

A pessoa que fuma fica dependente da nicotina que é considerada uma droga. E daquelas bastante poderosas, pois atinge o cérebro em apenas sete minutos. É normal, portanto, que os primeiros dias sem cigarro sejam os mais difíceis.

Ao parar de fumar você pode se sentir ansioso, com dificuldade de concentração, irritado, ter dores de cabeça e sentir aquela vontade intensa de fumar. Cada pessoa tem uma experiência diferente. Uns sentem mais desconforto; outros não sentem nada. Mas não desanime, tudo isso vai desaparecer no máximo em duas semanas!

Prepare-se para não voltar a fumar e CUIDADO com as armadilhas!

Nos momentos de estresse

Quando perdemos alguém querido, passamos por dificuldades financeiras, problemas no trabalho, rompemos um relacionamento, a resposta automática pode ser o cigarro. Procure se acalmar e entender que momentos difíceis sempre vão ocorrer e fumar não vai resolver seus problemas!

Se sentir muita vontade de fumar

Para ajudar, você poderá chupar gelo, escovar os dentes a toda hora, beber água gelada ou comer uma fruta. Mantenha as mãos ocupadas com um elástico, pedaço de papel, rabisque alguma coisa ou manuseie objetos pequenos. Não fique parado - converse com um amigo, faça algo diferente, distraia sua atenção. Saiba que a vontade de fumar não dura mais que alguns minutos.

Evite o primeiro cigarro e você evitará todos os outros

Exercícios: um recurso saudável para relaxar

Respiração profunda

Respire fundo pelo nariz e vá contando até 6. Depois deixe o ar sair lentamente pela boca até esvaziar totalmente os pulmões.

Relaxamento muscular

Você pode esticar os braços e pernas até sentir os músculos relaxarem.

relaxamento mental

Nas horas em que a vontade de fumar apertar, procure desviar o pensamento para situações boas que você tenha vivido ou queira que aconteça. Tente fechar os olhos e lembrar de uma música que você goste e te acalme.

Alguns ex-fumantes acabam voltando a fumar por estarem se sentindo tão bem que acham que podem fumar apenas um cigarro - ou só acender o cigarro de um amigo. Mesmo uma só tragada pode levar você a uma recaída. Portanto, todo cuidado é pouco...

Recompense sempre seu esforço

Diariamente: guarde o dinheiro que você gastaria com o cigarro e conte-o ao final da semana. Pegue o dinheiro que economizou e compre um presente para você ou para quem gosta; Se preferir, saia para para fazer um programa diferente.

Se você não conseguir se segurar e fumar, não desanime!

A recaída não é um fracasso. Comece tudo novamente e procure ficar mais atento ao que fez você voltar a fumar.

O mais importante é não usar o deslize como justificativa para voltar a fumar.

Dê a si mesmo quantas chances forem necessárias até conseguir.

OK, VOCÊ VENCEU!!

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

O QUE É UM PSICOPATA?


O QUE É UM PSICOPATA?

convivemos com eles....


O termo “psicopata” caiu na boca do povo, embora na maioria das vezes seja usado de forma equivocada. Na verdade, poucos transtornos são...tão incompreendidos quanto a personalidade psicopática.

Descrita pela primeira vez em 1941 pelo psiquiatra americano Hervey M. Cleckley, do Medical College da Geórgia, a psicopatia consiste num conjunto de comportamentos e traços de personalidade específicos. Encantadoras à primeira vista, essas pessoas geralmente causam boa impressão e são tidas como “normais” pelos que as conhecem superficialmente.
No entanto, costumam ser egocêntricas, desonestas e indignas de confiança. Com freqüência adotam comportamentos irresponsáveis sem razão aparente, exceto pelo fato de se divertirem com o sofrimento alheio. Os psicopatas não sentem culpa. Nos relacionamentos amorosos são insensíveis e detestam compromisso. Sempre têm desculpas para seus descuidos, em geral culpando outras pessoas. Raramente aprendem com seus erros ou conseguem frear impulsos. Não é de surpreender, portanto, que haja um grande número de psicopatas nas prisões. Estudos indicam que cerca de 25% dos prisioneiros americanos se enquadram nos critérios diagnósticos para psicopatia. No entanto, as pesquisas sugerem também que uma quantidade considerável dessas pessoas está livre. Alguns pesquisadores acreditam que muitos sejam bem-sucedidos profissionalmente e ocupem posições de destaque na política, nos negócios ou nas artes.

Especialistas garantem que a maioria dos psicopatas é homem, mas os motivos para esta desproporção entre os sexos são desconhecidos. A freqüência na população é aparentemente a mesma no Ocidente e no Oriente, inclusive em culturas menos expostas às mídias modernas. Em um estudo de 1976 a antropóloga americana Jane M. Murphy, na época na Universidade Harvard, analisou um grupo indígena, conhecido como inuíte, que vive no norte do Canadá, próximo ao estreito de Bering. Falantes do yupik, eles usam o termo kunlangeta para descrever “um homem que mente de forma contumaz, trapaceia e rouba coisas e (...) se aproveita sexualmente de muitas mulheres; alguém que não se presta a reprimendas e é sempre trazido aos anciãos para ser punido”. Quando Murphy perguntou a um inuit o que o grupo normalmente faria com um kunlangeta, ele respondeu: “Alguém o empurraria para a morte quando ninguém estivesse olhando”.

O instrumento mais usado entre os especialistas para diagnosticar a psicopatia é o teste Psychopathy checklist-revised (PCL-R), desenvolvido pelo psicólogo canadense Robert D. Hare, da Universidade da Colúmbia Britânica. O método inclui uma entrevista padronizada com os pacientes e o levantamento do seu histórico pessoal, inclusive dos antecedentes criminais. O PCL-R revela três grandes grupos de características que geralmente aparecem sobrepostas, mas podem ser analisadas separadamente: deficiências de caráter (como sentimento de superioridade e megalomania), ausência de culpa ou empatia e comportamentos impulsivos ou criminosos (incluindo promiscuidade sexual e prática de furtos).

Três mitos

Apesar das pesquisas realizadas nas últimas décadas, três grandes equívocos sobre o conceito de psicopatia persistem entre os leigos. O primeiro é a crença de que todos os psicopatas são violentos.
Estudos coordenados por diversos pesquisadores, entre eles o psicólogo americano Randall T. Salekin, da Universidade do Alabama, indicam que, de fato, é comum que essas pessoas recorram à violência física e sexual. Além disso, alguns serial killers já acompanhados manifestavam muitos traços psicopáticos, como a capacidade de encantar o interlocutor desprevenido e a total ausência de culpa e empatia. No entanto, a maioria dos psicopatas não é violenta e grande parte das pessoas violentas não é psicopata.
Dias depois do incidente da Universidade Virginia Tech, em 16 de abril de 2007, em que o estudante Seung-Hui Cho cometeu vários assassinatos e depois se suicidou, muitos jornalistas descreveram o assassino como “psicopata”. O rapaz, porém, exibia poucos traços de psicopatia. Quem o conheceu descreveu o jovem como extremamente tímido e retraído.
Infelizmente, a quarta edição do Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais (DSM-IV-TR) reforça ainda mais a confusão entre psicopatia e violência. Nele o transtorno de personalidade anti-social (TPAS), caracterizado por longo histórico de comportamento criminoso e muitas vezes agressivo, é considerado sinônimo de psicopatia. Porém, comprovadamente há poucas coincidências entre as duas condições.

O segundo mito diz que todos os psicopatas sofrem de psicose. Ao contrário dos casos de pessoas com transtornos psicóticos, em que é freqüente a perda de contato com a realidade, os psicopatas são quase sempre muito racionais. Eles sabem muito bem que suas ações imprudentes ou ilegais são condenáveis pela sociedade, mas desconsideram tal fato com uma indiferença assustadora. Além disso, os psicóticos raramente são psicopatas.

O terceiro equívoco em relação ao conceito de psicopatia está na suposição de que é um problema sem tratamento. No seriado Família Soprano, dra. Melfi, a psiquiatra que acompanha o mafioso Tony Soprano, encerra o tratamento psicoterápico porque um colega a convence de que o paciente era um psicopata clássico e, portanto, intratável. Diversos comportamentos de Tony, entretanto, como a lealdade à família e o apego emocional a um grupo de patos que ocuparam a sua piscina, tornam a decisão da terapeuta injustificável.
Embora os psicopatas raramente se sintam motivados para buscar tratamento, uma pesquisa feita pela psicóloga Jennifer Skeem, da Universidade da Califórnia em Irvine, sugere que essas pessoas podem se beneficiar da psicoterapia como qualquer outra. Mesmo que seja muito difícil mudar comportamentos psicopatas, a terapia pode ajudar a pessoa a respeitar regras sociais e prevenir atos criminosos.

Without conscience – The disturbing world of the psychopaths among us. Robert D. Hare. Guilford Press, 1999.
Handbook of psychopathy. Christopher J. Patrick (ed.), Guilford Press, 2007.

1 Simpósio IDCOR Combatendo o Tabagismo




terça-feira, 23 de outubro de 2012

MACKENZIE VOLUNTARIO 2012




NESTE ULTIMO SÁBADO DIA 20 DE OUTUBRO ESTIVE MAIS UM ANO COMO LÍDER DO MACKENZIE VOLUNTÁRIO RJ, FOI UM DIA MUITO ESPECIAL E DE MUITO TRABALHO, COM A PARTICIPAÇÃO DE VARIAS PESSOAS QUE AINDA VALORIZAM FAZER O BEM.

JOÃO LUIZ